A pesquisa científica e a colaboração entre especialistas ganharam espaço na programação do HEMO 2026, com iniciativas voltadas à produção e ao compartilhamento de evidências sobre doenças hematológicas. A primeira reunião presencial do Registro Brasileiro de Leucemia Mieloide Aguda (LMA) representou uma oportunidade para aproximar profissionais, compartilhar experiências e fortalecer a pesquisa sobre a doença no país. A iniciativa também reforçou a importância da construção coletiva de dados para ampliar o conhecimento sobre a realidade dos pacientes e os desafios da prática clínica.
A programação científica reuniu ainda debates sobre leucemias, mieloma múltiplo, terapia celular e CAR-T, transplante de medula óssea (TMO), Hemoterapia e Hemostasia, além da Sessão Plenária de Trabalhos Científicos Premiados. A diversidade de temas evidencia a abrangência do congresso e a importância da troca entre diferentes áreas para o avanço da Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular no Brasil.
Outro destaque foi o lançamento da edição #16 da ABHH em Revista, que reúne conteúdos sobre os principais desafios e avanços da especialidade. Entre os destaques estão uma pesquisa inédita da ABHH sobre as condições de trabalho, infraestrutura dos serviços e desigualdades regionais na Hematologia; uma entrevista com o presidente da ABHH, Dr. Eduardo Magalhães Rego, sobre a renovação dos comitês e os desafios da Hemoterapia; e uma entrevista com o hematologista Sundar Jagannath, palestrante da Conferência Magna do HEMO 2026, sobre as perspectivas para o tratamento do mieloma múltiplo.



